páginas batidas


Coisas velhas, coisas novas

Hoje fui fazer a matricula no meu novo curso, Direito (pelo qual eu fiz vestibular de novo).

 

 Engraçado como me veio nítida a sensação que eu tive ao fazer matricula na UFMG pela primeira vez,     em      Fisioterapia (meu antigo curso).

 

 Local da matrícula: saguão da reitoria. Aquele lugar diferente, cheirando à novas perspectivas, possibilidades,   milhões de papéis sendo entregues, milhões de parabéns sendo dados,  e muitas  ofertas de conta universitária.

 

 Meu pai estava comigo e me deu uma camisa da Fisioterapia. Se ele estivesse comigo hoje me daria uma  camisa do Direito.

 

 As coisas pareciam que iam dar certo. Um mundo novo se abria. A vida seguiu.  E me levou... Pro saguão   da reitoria novamente!

 

 Não tive nenhum sentimento hoje, só essa lembrança.

 

 A sensação  de que as coisas agora vão realmente  para frente , na direção que eu quero,  eu já  senti ,desde   que desisti da fisioterapia (e como essa sensação é revigorante!).   

 

 Agora só falta ir.

 

 



Escrito por Carol às 23h34
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Dias nublados me trazem não apenas uma sensação de bem estar físico, mas de bem estar geral, de sentir que a vida é boa, que as coisas podem dar certo, ou que simplesmente são assim e isso é bom.

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Ouvindo rádio pela manhã, enquanto eu mexia no PC:

 

“Eu sou como um cristal bonito

que se quebra quando cai”

 

Não gosto da Rita Lee (troco de estação).

 

Drogaria Araújo vai dominar o mundo (mais uma unidade).

 

“Pra que rimar amor e dor?”

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Durante os últimos meses essa música combinou muito comigo. Vou colocá-la aqui nesse post de reinauguração do Páginas.

 

Primeiro Andar (los hermanos – r. amarante)

Já vou, será
eu quero ver
o mundo eu sei
não é esse lá

por onde andar
eu começo por onde a estrada vai
e nao culpo a cidade, o pai

vou lá, andar
e o que eu vou ver
eu sei lá

não faz disso esse drama essa dor
é que a sorte é preciso tirar pra ter
perigo é eu me esconder em você
e quando eu vou voltar, quem vai saber

se alguem numa curva me convidar
eu vou lá
que andar é reconhecer
olhar

eu preciso andar
um caminho só
vou buscar alguém
que eu não sei quem sou

Eu escrevo e te conto o que eu vi
e me mostro de lá pra você
guarde um sonho bom pra mim

eu preciso andar
um caminho só
vou buscar alguém
que eu não sei quem sou



Escrito por Carol às 09h39
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